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Social media: a estratégia como chave para o sucesso
07/02/2019

Social media: a estratégia como chave para o sucesso

As redes sociais são um elemento tão presente no nosso dia a dia, que parecem fazer parte dele desde sempre. Quando surgiram as primeiras, nem sequer se conjeturava a possibilidade de estas virem a ser utilizadas como canais comerciais. Passou mais de uma década e muita coisa mudou: hoje, a maioria da população não consegue imaginar o seu quotidiano sem as redes sociais, e estar presente nelas tornou-se quase uma obrigação para as empresas e marcas, seja qual for a área.
Por vezes, pensamos no social media e na “vida real” como sendo mundos que se encontram arrumados em diferentes gavetas. Contudo, é um erro separá-los no momento em que delineamos uma estratégia de comunicação e marketing institucional. É necessário ter em conta as especificidades do mundo digital no qual intervimos, bem como as características do nosso target e o propósito da nossa marca. Isto é comunicação estratégica: ter em consideração todas as variáveis no planeamento e execução das ações, sem descurar a essência da marca e jamais deixar de ser verdadeiro, seja qual for a mensagem que estejamos a transmitir.
 
Pensamento “além likes
À medida que as marcas começaram a utilizar as redes sociais, também as próprias plataformas se foram adaptando, com o intuito de aproveitar essa oportunidade. Por exemplo, é o investimento feito pelas empresas em anúncios e posts patrocinados que constitui a fonte de receitas do Facebook. Este novo mundo da publicidade online parece ter, por vezes, um carácter algo científico, visto que existe um vasto leque de práticas utilizadas com o fim de obter melhores resultados e monitorizar o desempenho – aspetos essenciais para a otimização do investimento e definição, com precisão, do retorno a ele associado.
Podemos, no entanto, estar a criar um problema quando atentamos demasiado na componente quantitativa e ignoramos a qualitativa e, ainda, quando as métricas (dados relativos ao comportamento dos utilizadores e outras variáveis relevantes) conduzem a conclusões incorretas, fruto de uma análise simplificada. O like, a título de exemplo, em muitas circunstâncias, pode ser considerado uma métrica de aparência, pouco significativa. Imaginando um cenário no qual uma empresa fez uma publicação que se tornou viral, que obteve milhares de likes e originou uma conquista de novos seguidores – podemos tentar supor quantas dessas pessoas conhecem, de facto, o produto em questão, o serviço ou a própria marca, se já o consumiram ou, até, se terão potencial para o vir a consumir ou influenciar outras pessoas nesse sentido. A tarefa difícil é criar um post institucional que conduza a interações. Isto é o que distingue uma “métrica vazia” - como os likes -, do verdadeiro engagement – que, quando existe, abrange pessoas que entram em contacto, comentam e conhecem, realmente, os produtos e a própria marca, e que partilham informações porque querem difundir esses mesmos conhecimentos. São estas que podemos identificar como interações qualificadas.
Monitorizar os números é fundamental, mas é apenas uma fatia do trabalho que devemos fazer. Tão ou mais relevante é traçar um pensamento estratégico para os interpretar e que, em última instância, nos leve a tomar decisões corretas.
 
Comunicação horizontal e verdadeira
Talvez estas noções sejam algo óbvias para os marketers, mas serão também para o cliente? É parte da tarefa dos profissionais de marketing orientar o cliente para que este entenda quais as métricas importantes em cada contexto, para que não se sobrevalorize a aparência. Se um cliente necessita de tráfego para o seu site, de vendas na sua plataforma de e-commerce, ou de visualizações de um vídeo, a verdade é que estas irão constituir métricas tão essenciais como os likes, comentários e partilhas. Devido a essa orientação, o cliente irá compreender que likes em conteúdos que não são relativos à marca, não possuem um imenso valor. Ainda, perceberá que utilizar as redes sociais não significa produzir de forma intensa e obstinada, mas sim focar-se em comunicar acerca da empresa, dos seus produtos, serviços e conceitos, de uma forma que alicie e atraia o interesse dos utilizadores. Em suma: um verdadeiro desafio! É um processo em que, tanto marketers como clientes, estão sempre a aprender, pois em causa está um mundo que se modifica todos os dias, e associados a essas mudanças surgem novos objetivos a serem alcançados.
O desafio é ainda maior para aqueles que, em tempos, se familiarizaram com a publicidade vertical, totalmente diferente da que é criada atualmente, na qual o social media surge como um canal de comunicação direto ao consumidor, que se transforma num verdadeiro interlocutor – este panorama implica um maior nível de atenção e de transparência por parte das marcas.
 
Comunicação estratégica no social media
É garantido que não existe uma fórmula mágica, pronta a ser utilizada em qualquer marca – cada uma tem uma história, um enquadramento e objetivos específicos, e, claro está, a estratégia do seu canal deverá ter todas essas particularidades em equação.
 
Antes de criar conteúdo de forma desenfreada, é crucial definir o objetivo subjacente a cada conta de rede social e, partindo desse ponto, planear que métricas terão proveito e lógica acompanhar. O objetivo poderá ser gerar leads, dar a conhecer a marca, gerar tráfego para o site, etc. O fundamental é que haja alinhamento com um aspeto incontornável: o propósito de cada negócio.
 
Fonte
Tronik - Digital Recruitment Agency
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