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Porque não te chamam para as entrevistas de emprego?
23/05/2019

Porque não te chamam para as entrevistas de emprego?

Construir um bom CV, procurar a oportunidade, enviar a candidatura, ter a entrevista, e receber o desejado “sim”.
 
Como sabemos, este processo não é linear. Arranjar emprego pode ser um processo longo e entediante.
 
Procurar diariamente oportunidades que nos façam sentido. Enviar dezenas de emails e de candidaturas. Esperar.  Verificar centenas de vezes a caixa de email e o telemóvel à espera de resposta.
 
Mas a tão aguardada resposta não aparece. E quando a temos, é a resposta standard com feedback negativo, o que nos deixa cada vez mais ansiosos e frustrados.
 
A aflição aumenta. Encontraste a oportunidade perfeita e nem sequer pudeste mostrar o que vales na entrevista. Nestas situações muitas perguntas passam pela tua cabeça: "Mas não me chamam porquê?", "Não sou bom o suficiente?", "Porque é que isso continua a acontecer?"...
 
Será que o mundo se virou contra ti, se corrigires algumas ações tudo vai melhorar?  Lê atentamente os próximos pontos e muda o resultado da tua próxima candidatura!
 
 
Olha em frente!
 
Não estás a direcionar a tua candidatura à oportunidade. Concentras o teu CV nas experiências passadas, sem dar importância à próxima.
 
Tens que mencionar os projetos que trabalhaste, claro. Mas não te esqueças de deixar bem vincadas as capacidades que adquiriste nessas experiências: gestão de equipa, gestão de stress e planeamento, por exemplo.
 
Candidatas-te a vagas e empresas onde, na verdade, não queres trabalhar
 
No início, começas a candidatar-te às empresas dos teus sonhos. Mas com o passar do tempo, as coisas mudam. Quando dás por ti, estás a lançar-te a mais de 30 vagas por semana, e mesmo assim não parecem ser suficientes.
 
Pára para refletir. Será mesmo a opção certa? Claro que, quando se precisa de trabalho (e dinheiro) tem-se urgência em encontrar emprego. Mas se agarras uma oportunidade com a qual não te identifiques de todo, o mais certo é que passado um mês ou dois, estejas novamente à procura de trabalho.
 
Começa por procurar outros canais de pesquisa: sites de recrutamento, aplicações e páginas nas redes sociais. Encontra mais oportunidades que adorarias agarrar. Quando se está verdadeiramente empenhado, essa energia é passada no texto do email, no CV e na carta de apresentação. E, com certeza, o recrutador vai querer conhecer-te e perceber como podes ser uma mais valia para o projeto.
 
Não conheces o teu valor
 
Realmente sabes o que vales? Esperamos que a resposta seja um convicto “Sei!”. O teu CV deve espelhar, não só as tuas capacidades e valências, como as tuas mais valias para a empresa a que te candidatas.
 
Esquece aquelas palavras a bold, como ‘Escolha-me!’, não convences ninguém. Opta por usar frases sucintas, que combinem os teus pontos fortes com a vaga. Mostra o teu valor e reforça-o na entrevista.
 
A tua presença online

Atualmente, a pegada digital é muito importante. Teres o teu nome em blogs e sites, teres um perfil de LinkedIn ou um canal de YouTube, contribui para que o teu nome apareça no motor de busca.

Mas podes ter o reverso da medalha. Lembraste daquela foto tirada em 2009 num bar às 4 da manhã, onde ficaste meio de lado com os olhos semicerrados por causa do flash? E por acaso, o teu melhor amigo publicou essa foto nas redes sociais e identificou-te? Pois, esse pedaço da tua história também vai aparecer nas pesquisas do recrutador. O Facebook, Instagram e outras redes são dissecados pelos recrutadores para saber mais sobre ti.

Tem atenção às tuas publicações e às que estás identificado. Faz uma “limpeza” aos conteúdos, se necessário.
Certifica-te de que quando se procura pelo teu nome, se encontra a imagem que queres passar e que não seja esse o obstáculo ao teu percurso profissional.
 
Estás a candidatar-te a vagas que não são para o teu perfil
 
Nem sempre estamos preparados para todas as oportunidades. Falta de um grau académico, não ter bons conhecimentos em línguas, não ter experiência profissional na área e a falta de conhecimentos são alguns exemplos do que podem contribuir para que não te chamem para a entrevista. Se tens consciência que podes ter algumas lacunas, esforça-te para as superar.
 
Os pormenores fazem a diferença

Vivemos num tempo onde (quase) tudo é imagem. A cor, a estética, a qualidade de imagem, ... Uma lista enorme de fatores que atraem a nossa atenção. E será que na escolha de candidatos esta realidade muda? Pelo contrário:
• O teu CV tem de ter um template apropriado para a vaga em questão: Com certeza, que um designer e um advogado terão formas de apresentação diferentes;
• Não te diferencias dos outros candidatos: um currículo bem personalizado destaca-se mais do que um currículo do tipo europass;
• Usa uma fotografia profissional e enquadrada com a área que te candidatas: muitos recrutadores só olham para CV’s com fotografia;
• Erros ortográficos: Não! Pede sempre a pessoas de confiança para ler os teus documentos;
• Atenção à formatação e disposição dos textos: facilita a leitura;
• Envia os teus documentos em formato pdf: Tem a certeza que estes abrem corretamente. Faz o teste noutro computador ou envia para um familiar ou amigo.

Teres um currículo bem construído e realizares uma boa candidatura, no fundo, é saberes comunicar a ti próprio. Procura sempre melhorar e saber mais. No final vais ter a grande recompensa, quando conseguires a oportunidade que ambicionas.​

Fonte.
Tronik - Digital Recruitment Agency
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