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O que precisas de fazer para te apaixonares pelo teu emprego
21/03/2019

O que precisas de fazer para te apaixonares pelo teu emprego

São milhares as dicas que te podem ajudar, tanto a lidar com o teu emprego atual, como a continuar a exercer o mesmo tipo de função ao longo da tua carreira. No entanto, há que ser claro: existe apenas uma forma de apreciares, verdadeiramente, o teu trabalho e esta resume-se a escolhê-lo com sabedoria.
A menos que descubras uma oportunidade formidável, sentir-te-ás sempre como um peixe fora de água. A correspondência certa para ti existe, ainda que te depares com dificuldades a encontrá-la. Segue em frente e encontra o teu caminho, munindo-te das três dicas que partilhamos contigo, neste artigo.

1. Tem, em mente, uma visão clara acerca do teu estilo de trabalho.
O importante não é aquilo que gostarias de ser bom a fazer, mas aquilo em que és realmente competente. Não deves “embarcar” numa determinada profissão, sem antes ponderar sobre o tipo de coisas que gostas de fazer. És um “executor”, que fica animado com a conclusão de cada tarefa e feliz quando as tuas “to do lists” são concluídas? Ou será que o que te faz sentires-te completo implica a construção de uma visão dentro da tua empresa, inspirando os outros a segui-la e a acreditar nela? Ou, por outro lado, és do tipo “aprendiz”, que tenta, minuciosamente, compreender as nuances de um dado problema? Ainda, a construção de relacionamentos é aquilo que te completa? Sê honesto contigo mesmo, relativamente à direção correta para ti. A melhor combinação prende-se com a adequação dos teus interesses à tua profissão e não o oposto.
 
* O Código de Holland constitui um conjunto de tipos de personalidade desenvolvidos, aquando da década de 70, pelo psicólogo John L. Holland, que realçam o facto de a escolha de uma vocação ser uma expressão da personalidade – ou, pelo menos, deveria sê-lo. Holland definiu seis tipos de personalidade diferentes - a realista, a investigadora, a artística, a social, a empreendedora e a convencional -, com características de carácter distintas, sendo que a maioria das pessoas se encaixaria em algumas delas. Através da classificação desses tipos e ordenando-os a partir daqueles nos quais tens mais interesse, para os que menos te interessam, poderás encontrar o teu Código de Holland específico e aproximares-te da tua vocação.
Nunca te esqueças de que o ser humano tende a gostar mais das coisas que melhor executa!
 
2. Adequa o trabalho ao estilo de vida que ambicionas ter.
Dificilmente encontrarás o emprego ideal para ti, a menos que este esteja adequado à tua forma de pensar a vida. É essencial que identifiques as tuas prioridades de vida e que garantas que o teu trabalho consiga assegurá-las. Questiona-te acerca da relevância de conceitos como segurança, dinheiro, paixão, flexibilidade, etc. Na realidade, é raro um trabalho ser capaz de abranger e assegurar em pleno todas as tuas prioridades. Por isso, é normal que estejamos dispostos a sacrificar algumas prioridades por outras que consideramos mais relevantes: por exemplo, abdicar de dinheiro em prol de um maior sentimento de flexibilidade ou segurança. Estas decisões são pessoais e podem ser sujeitas a mudanças.
Coloca as convenções para trás das costas, no momento em que fazes as tuas escolhas: nem todas as pessoas precisam de estabilidade, de se sentir influentes ou de ter uma conta recheada, por forma a se sentirem realizadas.
 
3. Esquece os clichês.
Descobrir um trabalho que te apaixone jamais significará encontrar o emprego perfeito. O conceito de trabalho ideal não existe visto que, ainda que o teu se aproxime da perfeição, poderás ser sempre mais reconhecido, ter uma melhor remuneração e um rol infinito de outros aspetos que poderiam ser melhores. As pessoas são mutáveis e têm necessidades variáveis – estas características mantêm-nos vivos, animados e aptos para a evolução e aperfeiçoamento.
Os chefes não são perfeitos, tendo em conta que não existem pessoas perfeitas. Nós próprios também não somos perfeitos. Por vezes não somos tão produtivos, sentimo-nos em baixo ou ficamos doentes. Mesmo estando num trabalho que adoremos, não existem dias perfeitos nem tarefas perfeitas. Quando as pessoas deixam de sentir os mesmos níveis de motivação que sentiram nas primeiras vezes em que realizaram determinadas tarefas, nem sempre isso significa que estejam a seguir um caminho errado.
 
E tu, já encontraste uma oportunidade de trabalho que te apaixone? O teu trabalho permite-te viver a vida da forma que desejas? Se não, deves refletir sobre os aspetos referidos anteriormente e tentar compreender em que medida poderás adaptá-los à tua vida.
Existe um caminho que te conduzirá ao bem-estar que almejas - no entanto, é fundamental que nunca te esqueças de que, dificilmente, este será “perfeito” em si mesmo.

Fonte.
Tronik - Digital Recruitment Agency
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