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Liderar em tempos de crise
30/07/2020

Liderar em tempos de crise

Em tempos de crise é que se destacam os verdadeiros lideres. Uma crise é um dos maiores testes à uma liderança e às capacidades de um líder para manter as ”paredes de pé”. Durante estes períodos muitos negócios nascem, outros colapsam e ainda há aqueles que renascem como se da fénix se tratassem, e muito por mérito ou demérito dos seus responsáveis.


Não importa se é uma crise de saúde, económica, social ou de outro tipo, para os colaboradores e para o bom funcionamento da empresa, é fundamental que os líderes exibam comportamentos e características corretas até a crise acalmar. Antecipar, calcular os riscos, gerir e apoiar a equipa e definir rapidamente as estratégias para a empresa são tomadas de decisão cruciais que um líder tem de tomar. Estes são alguns dos comportamentos e características de liderança necessários em tempos de crise:


Comunicação transparente

A comunicação deve de ser o mais transparente possível. Embora o líder e os membros da equipa mais próximos, possam estar a par dos últimos acontecimentos e decisões, já não é tão assim para a restante empresa e todos devem de ser informados com decisões que interferem diretamente com eles. Portanto, é fundamental garantir que todos tenham acesso às informações.


Os líderes precisam divulgar, honestamente, os factos, os desafios enfrentados pela empresa e partilhar uma mensagem esperançosa sobre como a empresa pode sobreviver e ter sucesso com o apoio e trabalho de todos.


Agir de forma decisiva

Os líderes precisam de ter a capacidade de reunir e ligar rapidamente as informações, processá-las e tomar decisões. Os funcionários apreciam lideranças com atitude e coerência com a situação do momento, de forma que todos sejam protegidos.


Planear o futuro

Os líderes têm de criar uma visão clara para o futuro, antecipar obstáculos e traçar um caminho para aspirar ao sucesso, de forma que os trabalhadores tenham funções e objetivos delineados em concordância com as metas da organização. Mesmo que depois nem tudo acabe como planeado, é essencial que exista uma estratégia delineada que toda a equipa possa seguir e encontrar um significado ao seu trabalho.


Gratidão

Expressar gratidão pelo compromisso e dedicação dos funcionários é essencial, em especial durante uma crise. Os líderes precisam entrar em contato e agradecer aos funcionários por irem mais além, principalmente quando estão exaustos e já passaram vários dias ou meses. Erguer a moral dos funcionários, é reforçar os alicerces da empresa e o respeito pelo próprio líder.


Valorizar a adaptabilidade

Os líderes devem de promover a adaptabilidade. Os funcionários devem ser incentivados a serem adaptáveis ​​durante situações de crise, pois muitas vezes existem alterações e é necessário que as pessoas sejam mais flexíveis para ajudar a empresa a ter sucesso. Estas, não devem de ter medo de errar nem de testar novas formas de gerir as tarefas.


Celebre todas as vitórias

Os líderes não podem esperar até que a crise termine para comemorar a sua sobrevivência e sucesso, especialmente quando este período se prolonga durante um longo tempo. Devem, sim, celebrar as vitórias, mesmo que pequenas, para manter os funcionários motivados para continuar a somar triunfos.


Líder à frente

Líderes são modelos, dispostos a estar nas “trincheiras” com seus funcionários. Não podem pedir aos funcionários que façam coisas que não fariam. Isso pode significar trabalhar longas horas e em situações de extremo stresse. 


Humildade e empatia

Hoje, a empatia é necessária mais do que nunca. Os líderes devem ser capazes de se conectar com seus funcionários e com sua dor, tristeza e ansiedade. É essencial que os líderes não se esqueçam que os seus funcionários, também, são pessoas e têm de ser sensíveis a isso. Alguns ficaram doentes, uns perderam membros da família e outros estão ansiosos devido ao medo do futuro. Os líderes precisam reconhecer os medos dos colaboradores e entender que todos têm uma forma diferente de reagir às situações. Humildade significa colocar os outros em primeiro lugar e empatia é entender o que cada funcionário está a enfrentar com a situação e ajudá-lo a superar isso.


Os líderes precisam de se cuidar fisicamente, mentalmente e emocionalmente, porque só assim é que conseguem ajudar e ser um suporte forte para os seus funcionários. Devem de ver os outros como pessoas e considerá-los alguém com virtudes, fragilidades e quereres.


Os tempos de hoje são desafiadores. Os líderes precisam demonstrar a combinação certa de características e comportamentos para ajudar os seus funcionários a serem felizes, e não apenas a sobreviver na empresa.


Fonte.

Tronik - Digital Recruitment Agency
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